***s2***Meus foguetinhos***s2***

Tenho por objetivo,além de registrar doces lembranças,dividir experiências e compartilhar alegrias com mamães corujas como eu.

Minha foto
Nome:
Local: Brazil

Fiz um teste uma vez que me definiu como mãe superprotetora que vê perigo em tudo e que gosta de cuidar de perto. Sou a mãe mais orgulhosa deste mundo! Tenho 32 anos, sou Engenheira civil, profissão que amo de paixão. Não sou dona de casa por mais que tente...mas sou mãe de dois molequinhos que dão um trabalhão porém compensam de tanto orgulho e alegrias.

quinta-feira, junho 21, 2007

A internação

Eu tive que trabalhar no sábado pra pagar a semana que saí mais cedo e pagar uma vizinha pra ficar com o Gustavo. Só prejuízo... Pra complicar, a patroa veio me dizer que eu teria de trabalhar aos sábados porque tava apertando o movimento. Minha irmã, que tinha se separado do pai do Vi, veio embora de São Paulo pra me ajudar.
No início eu ia bufando trabalhar nos sábados e demonstrava esse descontentamento, principalmente porque o movimento não era tão grande assim e sim era pra ela tirar a irmã do caixa pra saírem passeando pelas lojas. E não é só: durante a semana, a filha dela saía às 5:00 pra ir pra faculdade, a irmã dela começava a fechar o caixa também, com a desculpa que era mais lenta pra fechar e à partir das 5:30, 5:45 todo mundo que entrava lá ela jogava pro meu caixa. Às 6:00, subia e ficava batendo papo de boa e só eu trabalhando lá embaixo. E sabe quanto ela recebia? R$1.000,00. Caramba, eu fico pensando: Porque não coloca só a família pra trabalhar então? Um empregado nessas condições fica revoltado! Só a Cris pra gostar daquilo, acho que nasceu pra ser capacho. Também a única ambição da vida dela é comprar roupa, ir nos baile e esticar aquele cabelo! Capaz de aposentar ali e ainda morrer feliz.
Em fevereiro de 2006 o Gustavo já vinha apresentando um quadro de várias febres e gargantas inflamadas. Algumas vezes eu chegava do trabalho e nem tomava banho, já saía correndo com ele pro pronto-socorro e era aquela bateria de antibióticos. Descobri que na escolinha, os berços eram só para os bebês e os demais que ainda dormiam à tarde, como o Gustavo, elas davam uma almofada e dormiam num tapete no chão. Ainda pedi pra não fazerem isso, pois a friagem do chão passa pelo tapete. Começaram a jogar o colchãozinho do berço no chão pra ele dormir, mas teve uma manhã em que ele tava ardendo em febre. Corri pro pronto-socorro de novo, uma médica que várias mães tavam torcendo o nariz por estar de plantão, foi a única que não teve dó de utilizar os recursos do SUS e mandou fazerem raio-x e exame de sangue no Gu. Ele tava com bronco-pneumonia e foi preciso internar.
Fiquei ainda umas 3 horas entre fazer outro raio-x e numa sala de espera na Santa-Casa com o menino até molinho de febre, aguardando a enfermeira-chefe liberar um quarto pra ele ser medicado. E o quanto é sofrido ver o pobrezinho ser furado e estar preso à um soro...Me senti incapaz, culpada por estar trabalhando e ter de deixar ele nas mãos de estranhos.
Ficamos 5 dias; eu, dormindo encolhida em uma cadeira de clube (que vira espreguiçadeira, mas sem caber o pés), sendo acordada pelo menos quatro vezes pra ver medicarem ele.
Tinha mais duas crianças no quarto com a mesma coisa. Uma bebezinha de 1 mês, a gente morria de dó, tava sem peso e doente e a gente viu porque: a mãe era daquelas adolescente que tem cara de 30 anos, mas juízo de 5. Doida da cabeça, que não merecia a graça da maternidade, diga-se de passagem. Além dela sair de 15 em 15 minutos pra fumar, isso quando não sumia e deixava a menina sozinha com a gente (eu não saía de perto do Gustavo nem ele com 3 anos, quanto mais bebezinho e eu não confiava em ninguém!); a coitadinha chorava tanto de fome, porque a mãe não tinha paciência de amamentar. Ela dava um peito e quando a menina pegava e ia começar a sair o leite mais consistente, o que engorda e sustenta, ela trocava o peito e assim que dava o tempo de a bebê começar nesse outro, ela já tirava e enfiava a chupeta na boca da menina. Era revoltante de ver! Não durava nem 5 minutos! Ou amamenta ou não, não é mesmo?
Meu pequeno ainda chegou fraquinho do hospital e fiquei mais um dia em casa pra cuidar dele. Numa culpa danada, pois até os 2 anos e meio esse menino se desenvolvia bem, era coradinho e sadio mesmo. Foi só eu começar a trabalhar, que ele desandou a ficar doente e mirradinho.

2 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Oi Ro, ah q dó né, meu filho do meio, Nycolas tbm ficou internado c/ 3 anos, ele "parecia"estar c virose, mas eu peguei uma médica maravilhosa q descobriu q ele estava dexidratado, com os bronquios doentes tbm e pior de td com GIARDIA um verme horroso, q dava essa aparencia de virose, e estava pegando todas vitaminas e proteinas do meu filho, tbm tive q vê-lo sendo picado de soro e injecções, mas tenho fé e agradeço a Deus da médica ter descoberto direitinho oq era, e ter internado ele e ele ter sido tratado com medicamentos certos e no horário exato, mas DÒI demais né, e eu tbm estava trabalhando, numa lojinha minha mesma, de video-game, e logo engravidei do Kel e os enjoos e a internação do Nyc e eu não estar acompanhando oq e aq horas ele comia me fez desistir da lojinha e ficar em casa com eles, pra mim valeu a pena pois a lojinha já não tava dando tanto movimento como no inicio...ah eu li todos os outros post's...sogras praq te-las hahahaha, bjos amiga!

7:23 AM  
Blogger Unknown said...

Oieeee!!
Passei por aqui!!

10:15 AM  

Postar um comentário

<< Home